gestão de risco financeiro

Gestão de risco financeiro: entenda os principais pontos sobre o assunto!

A gestão de riscos financeiros é uma ferramenta indispensável para o sucesso de qualquer organização, permitindo reduzir as incertezas e realizar tomadas de decisão mais eficazes e seguras. Contudo, mesmo com todas essas vantagens, ela é ignorada por muitos administradores.

É fato que gerir de forma eficiente uma empresa é um desafio enorme, e o calcanhar de Aquiles para muitas organizações é, sem dúvida, a gestão financeira. Por conta disso, investir em um gerenciamento mais elaborado é uma questão de sobrevivência no mercado.

Neste post, queremos mostrar para você como realizar a gestão de risco financeiro pode auxiliar você e sua empresa a estarem preparados para qualquer tipo de infortúnio que possa vir a acontecer em um futuro. Confira!

O conceito de gestão de riscos financeiros

Antes mesmo de entrar na questão da gestão, precisamos deixar claro do que se trata o conceito de risco financeiro, mesmo que pareça óbvio. Podemos afirmar que significa toda e qualquer possibilidade que possa levar uma pessoa, ou empresa nesse caso, a perder dinheiro.

Essa perda pode acontecer pelas mais variadas situações, como transações financeiras ou até mesmo algum tipo de investimento que não tenha gerado retorno. Basicamente, os riscos sempre existirão em qualquer tipo de operação em que haja dinheiro envolvido.

A ideia de gestão de risco financeiro, o conceito principal para nós, é identificar, analisar e mensurar o real impacto de possíveis perdas em cada uma das ações da empresa, propondo então medidas de prevenção que possam evitar ou minimizar tais perdas.

Esse processo é realizado através de probabilidades e estatística, analisando cada uma das situações de forma individual e mensurando os reais impactos negativos na empresa.

A importância de realizar a gestão de riscos financeiros

Ok, você já pode ter compreendido qual a importância da gestão de risco financeiro para a sua empresa, mas é sempre bom reforçar. Podemos dizer que realizar esse gerenciamento é o modo mais inteligente de controlar efeitos negativos na saúde financeira de uma organização.

Como se trata de uma medida estratégica e gerencial, ela prepara a empresa para lidar com tranquilidade e segurança em determinadas situações, protegendo o capital da organização contra danos sérios.

Recentemente, por conta da pandemia, tivemos um vislumbre acerca disso. Mesmo que tenha sido um fato atípico e praticamente impossível de prever, empresas que já tinham reservas de emergência para eventuais catástrofes, lidaram muito melhor com a situação.

Planos de ação para mitigar impactos de riscos podem ser estruturados com qualidade e precisão, sendo readequados conforme a demanda. Alguns pontos primordiais acerca da gestão de risco financeiro são:

  • evita e reduz prejuízos;
  • garante a segurança dos envolvidos;
  • mostra como agir de forma antecipada.

Os principais tipos de riscos financeiros

Agora que você já conhece o conceito de gestão de riscos financeiros e a importância dessa ferramenta, vamos listar os tipos de situações que podem ocorrer e impactar de forma negativa a empresa.

Risco de mercado

Os riscos de mercado estão ligados as variações que acontecem de forma natural ou artificial dentro dele. As oscilações nas bolsas de valores ao redor do mundo são um exemplo comum disso, uma vez que trazem impactos diretos sobre os investimentos.

Qualquer variação em preços de ações de empresas podem gerar lucro ou prejuízo. Existem ativos mais seguros, pois são sólidos e contam com pouca oscilação, enquanto também há papéis que oscilam muito mais e oferecem altos riscos.

É preciso lembrar que, no mercado, quanto maiores os riscos, maiores são as chances de lucro também, porém, é sempre preciso muito cuidado.

Risco de liquidez

Quando falamos em risco de liquidez em investimentos, isso está ligado à capacidade de resgatar os valores que foram investidos sem perderem valor. Ou seja, a facilidade ou não de transformar o investimento em dinheiro e a rapidez com que isso é realizado.

Por exemplo, a compra de um imóvel é um investimento, porém, caso esse valor tenha de ser resgatado, é preciso vender o bem, algo que pode demorar algum tempo, meses, ou até mesmo anos, a depender do imóvel.

Já um valor investido na poupança, tem uma alta liquidez, pois a qualquer momento pode-se sacar o valor, tendo um acesso rápido ao dinheiro.

Risco de crédito

O risco de crédito é o mais comum, tanto para pessoas físicas como para as pessoas jurídicas e ele está ligado com a capacidade de cumprir com os compromissos financeiros assumidos. Ou seja, a possibilidade de uma pessoa ou empresa não conseguir pagar aquilo que ela deve.

Uma organização está sujeita a esse risco de uma forma dupla, seja quando realiza vendas para pagamento posterior, e a negociação não é honrada pelo comprador, seja quando ela toma empréstimos em uma instituição financeira para realizar investimentos ou cumprir compromissos e não consegue realizar o pagamento.

Risco operacional

Por fim, temos o risco operacional, todas aquelas situações a que uma empresa está sujeita ao executar as suas operações diárias normais. Por exemplo, um caminhão que acaba tombando com mercadoria, funcionários mal treinados, sistemas ineficientes, e outras situações que possam vir a trazer prejuízos.

Dicas para a gestão do risco financeiro

Caso você já esteja convencido da importância de investir em gestão de risco financeiro, vamos dar algumas dicas do que fazer. Confira!

Identifique os riscos financeiros

O primeiro passo é entender quais são os riscos financeiros aos quais a sua empresa está sujeita. Isso é muito particular de cada organização e deve ser analisado com cuidado. Por exemplo, uma loja virtual está muito mais sujeita a fraudes financeiras eletrônicas do que uma fábrica de caixas.

Estabeleça o nível de tolerância ao risco

Como já foi dito ao longo deste post, o risco está presente em todas as operações que envolvam dinheiro, ou seja, é impossível não estar exposto a nenhum tipo de risco. Por conta disso, é preciso estabelecer um nível de tolerância. Afinal de contas, para crescer é preciso investir.

Estabeleça margem segura que garanta a estabilidade da empresa caso algo dê errado e que não comprometa a saúde financeira da empresa. O pior erro da maioria dos gestores é investir mais do que deveria em oportunidades que depois se mostram não tão favoráveis.

Planeje ações

Conhecendo os riscos aos quais a sua empresa está sujeita, fica muito mais simples planejar as estratégias e ações a serem tomadas antes, a prevenção de riscos, e depois, a contenção de danos.

Para isso ser possível, cada risco deve ser avaliado levando em conta o impacto negativo que ele pode trazer e a probabilidade de que ele possa vir a ocorrer. Tudo isso pode ser levantado com estatísticas de sua empresa e também do mercado.

Conte com um bom sistema de gestão e controle e demais

A tecnologia é uma grande aliada da gestão de risco financeiro, sendo que contar com bons sistemas de gestão não apenas garantem a prática das ações de controle desenvolvidas, mas são fundamentais para o próprio planejamento.

É através de um sistema de gestão que podemos levantar dados estratégicos que nos permitem identificar os riscos financeiros que podem vir a trazer prejuízos para a empresa.

Por fim, a Vanpix também é uma aliada para a gestão de risco financeiro, trazendo a possibilidade de centralizar suas transações e informações bancárias em uma plataforma e analisar seus extratos com precisão, permitindo identificar gargalos ou erros, mitigando problemas.

Chegamos ao fim de mais um post e temos a certeza de que você conseguiu não apenas entender o conceito de gestão de risco financeiro, mas também visualizar a importância de se atentar a sua importância para a sua empresa.

Quer saber mais como a Vanpix pode reduzir seus riscos financeiros? Entre em contato conosco agora mesmo!

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